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Início > Artigos > Comércio electrónico: porque é que compramos pouco online na União Europeia?

Comércio electrónico: porque é que compramos pouco online na União Europeia?

No geral, o recurso ao comércio electrónico por utilizadores da Internet residentes na OCDE é relativamente baixo (26,1%). No Japão cerca de metade da população fez pelo menos uma compra online durante 2007.

Tabela 1. Principais razões para os habitantes da União Europeia não comprarem online (fonte: OECD Ministerial Meeting on the Future of the Internet Economy: A Statistical Profile).
Razão para não fazerem compras online

% habitantes da União Europeia

Não necessitarem 53,7%
Preferem comprar pessoalmente 57,3%
Preocupações ao nível da segurança 32%
Preocupações ao nível da confiança 15,8%
Preocupações ao nível da privacidade 25,4%

Os resultados do inquérito para averiguar as principais razões para os habitantes da União Europeia não fazerem compras online são apresentados na Tabela 3. Cada inquirido pôde apontar uma ou mais razões.

Os produtos vendidos através da Web são regra geral bastante mais baratos do que os vendidos através do comércio tradicional. Daí que a elevada percentagem de respostas Não necessitarem seja curiosa. Presumo que o facto de não sentirem necessidade deve-se a não saberem que se podem encontrar produtos muito mais baratos na Web.

Quanto às questões de segurança, eu pergunto-me quantos dos entrevistados teriam competência técnica para avaliar a segurança de um serviço web, ao ponto de considerarem que é mais seguro comprar presencialmente numa loja?

As pessoas ao comprarem presencialmente numa loja poderão ser vítimas de um roubo do número de cartão de crédito, basta que alguém o veja quando o tira da carteira, ou assaltadas no caminho para casa.

Actualmente, existem serviços reputados como o MBnet, Paypal ou o eBay que oferecem elevados níveis de segurança e confiança a qualquer comprador online.

A questão parece-me ser que os utilizadores na União Europeia não compram online simplesmente por resistência à mudança e ignorância das vantagens inerentes. Duas razões que raramente alguém assume...

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7 de Janeiro de 2009

/Daniel Gomes

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